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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

[Vou Ler] Retrato do Meu Coração de Patricia/Meg Cabot

Eu não preciso nem dizer porquê quero ler esse livro não é? Minha musa, diva, poderosa, salve salve Meg Cabot, usando seu pseudônimo Patricia Cabot, vem com a continuação de A Rosa do Inverno, outro livro que necessito desesperadamente ter em minha estante.

Estou em dúvida se gosto dessa capa. É um vestido bonito, cores agradáveis, fonte do título reaproveitada da capa de Liberte Meu Coração, mas eai? Novamente não me diz nada sobre o livro. Aliás, quem é que escolhe essas capas dos livros inócuas? Se não fosse da Cabot, eu daria no máximo uma olhada desdenhosa por ele e passaria batido. A Galera Record tem tanto contato com os leitores no twitter, que me adimira muito ninguém ter ~rageado~. Enfim, há coisas piores por ai...

Sinopse: No passado, a desengonçada Maggie Herbert vivia às turras com os meninos, entre os quais o futuro duque de Rawlings, mas tudo se resumia a provocações e brigas. Agora adultos, eles se reencontram. Porém tudo parece conspirar contra a paixão recém-descoberta. Será que os jovens conseguirão vencer preconceitos - dos outros e os próprios - em nome do amor?

Pelo que andei lendo, é mais um daqueles romances históricos nos moldes de Aprendendo a Seduzir e Pode Beijar a Noiva, cheio de intrigas, romance, comédia, e claro, cenas ~calientes~ que é a marca registrada da Cabot quando costumava usar seu primeiro pseudônimo. Adoro! Ainda terei todos na minha estante! (Fica a dica ai pra quem quiser me dar de presente e tals...)

Não me canso dos livros da Cabot, ela consegue me fazer rir a cada três palavras. Qualquer dia desses eu conto como eu ri histericamente com as duas primeiras linhas de Terra das Sombras, primeiro livro da série A Mediadora, simplesmente a melhor série que eu já tive o prazer de ler.

Fonte da sinopse: Skoob
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

[Resenha] Aprendendo a Seduzir de Patricia Cabot / Meg Cabot

Livro da minha Diva, Musa, Poderosa, Absoluta Meg Cabot, usando seu pseudônimo Patricia Cabot, que na verdade é o nome de sua avó, que ela pegou "emprestado".

Estava eu muito bem folheando uma Marie Claire, quando na seção de livros mais vendidos me deparo com essa deliciosa capa. Eu sou uma verdadeira fã de roupas de época, e acharia válido voltar a moda espartilho+crinolina se nesta terra não fizesse tanto calor, então não é de se surpreender que meus olhinhos fossem atraidos pelo belo vestido da moça.

Confesso que cocei a cabeça em dúvida se era da mesma Cabot que estavam se referindo, ou se era parente, mas depois de ler a sinopse não tive dúvidas: Era sim um livro da Meg. Não perdi tempo e encomendei no Sr. Saraiva na mesma hora.

Lady Caroline Linford, encontra-se preocupada por aparentar ser um tanto quanto "virginal" e não conseguir manter seu noivo Marquês interessado, já que ela desafortunadamente encontra-o nos braços, ou melhor, nas pernas de outra mulher durante um baile. Para resolver este problema, Caro decide que precisa de aulas de como fazer amor, e vai pedir ajuda a ninguém menos que Braden Granville, famoso armeiro e mais famoso ainda por ser o Lothario de Londres, uma espécie de Dom Juan.

Braden no começo, claro que recusou, apesar de Caroline ter uma informação valiosa para ele. E isso não seria um livro da Cabot se terminasse assim. Nosso Lothario se vê envolvido até o tutano dos ossos nos olhos de Caroline, não consegue nem mesmo dar atenção a sua noiva, Lady Jaquelin Seldon, que sendo a meretriz infiel que é, não deveria se importar tanto assim com isso. (Mas se me permitem o comentário, se importa sim.)

Mas a essas alturas, Caroline já está fazendo uma nova lista de possiveis professores, já que sua opção numero um lhe deu um redondo não. O orgulho não deixaria ela voltar atrás, portanto Braden teria que ser criativo se quisesse mesmo ser professor da inocente Caro, e para isso, vai usar de artificios conhecidos somente dentre aqueles que dominam todas as artes de sedução.

 Livro divertidíssimo, com cenas mais picantes aqui e ali, um pouquinho de ação, só para dar um gostinho, e claro muitas aulas, práticas e teóricas, de como fazer amor. Definitivamente um dos meus favoritos da Cabot, e um dos que eu mais reli. (Aliás, estou relendo neste momento.) Pra você que curte um bom romance histórico, recomendo fortemente.
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terça-feira, 5 de junho de 2012

[Resenha] Liberte Meu Coração de Mia Thermopolis, Princesa da Genovia / Meg Cabot

Sua Excelência Real, a Princesa Mia Thermopolis da Genóvia, mostra ao mundo o seu primeiro romance, bla bla bla. Apesar de eu AMAR os livros da Meg Cabot, confesso que a coleção O Diário da Princesa não é dos meus favoritos. Mas isso é coisa pra outro post.

Estamos aqui para falar de Ransom my Heart, ou Liberte meu Coração em português, escrito pela Cabot, e assinado pela Mia. Esse livro aparece, se não me engano, no último volume do O Diário da Princesa. Mia, escreve passagens do livro em seu diário, e suponho eu que a Sra. Cabot decidiu explorar esse nicho. (Quisera eu que a Richelle Mead fizesse o mesmo com Cady e O'Neil... *-*)

Finnula Crais, tomboy do século XIII, diferentemente de suas irmãs, prefere caçar nas terras do conde a fofocar sobre ter filhos e fazer cerveja. Exibe seu belo traseiro por ai em calças de couro justas, o que faz o povo falar. Muito justo, já que na época não havia televisão nem twitter pra se ocuparem.

A vida de Finnula não podia estar melhor. Sem marido e sem filhos pra tomar-lhe o tempo, Ela caçava pra alimentar toda a aldeia no inverno, já que quem devia fazer isso estava morto, nas Cruzadas, ou muito ocupado enchendo os bolsos com dinheiro alheio. O que não impedia de ficar mal falada pelo povo, já que não tinha marido e não se preocupava em vestir saias.

Nossa heroína era mais nova de seis irmãs e um irmão, se encontra com um problema: Sua irmã mais avoada gastou todo o dote em vestidos e presilhas pra cabelo. A solução da época era aparentemente sequestrar um homem rico e pedir resgate, o que é meio doido se você me perguntar. As leis da inglaterra no século XIII aparentemente não punia donzelas que por um acaso abduzissem lords, ou qualquer um com uma bolsa de moedas.

Finn, claro, achando absurda toda a idéia deu-lhe um redondo não, mas as lágrimas da irmã conseguiram amolecer o seu coração. O negócio agora era achar alguém a quem ela pudesse sequestrar. Aparentemente a sobrinha do falecido conde já tinha sequestrado qualquer um com posses nas redondezas. Finnula teria que ser criativa se quisesse ter sucesso.

Hugo Fitzstephen, cavaleiro recém chegado das cruzadas, e com os bolsos cheios de ouro, não fazia a mínima idéia de que aquela garota estranha, vestindo calças, tentaria lhe sequestrar. Só o que ele queria mesmo, era chegar em casa e comer uma bela refeição quente, e deitar em uma cama sem pulgas. Só que anos convivendo apenas com homens e cavalos, creio que ele gostaria também de um corpo quente, de preferencia da variedade feminina, para se aconchegar a noite.

Bolando um plano infalível, e usando bastante de artificios femininos, Finn consegue sequestrar e amarrar Hugo, que mede aproximadamente dois metros de comprimento por três de largura, e de quebra dar um jeito no escudeiro. O negócio agora era só pedir o resgate e sua querida irmã poderia repor o seu dote.

Hugo, sendo um cavaleiro no melhor sentido da palavra, decide que vai se deixar levar prisioneiro, mas só porque sua captora era uma gracinha. Mandou o escudeiro na frente pra avisar aos parentes de que foi sequestrado e pra ajeitar os trâmites do pagamento de resgate. Tudo está bem quando acaba bem, correto? Só que este não seria um livro da Meg Cabot se isso fosse tão simples assim.

No caminho de volta, é claro que as coisas esquentam entre os dois. E devo dizer que a Sra Cabot descreve as cenas mais picantes com riqueza de detalhes, o que aumenta significativemente o prazer da leitura, pelo menos pra mim. Vocês puritanos, e menores de 18 anos, é melhor não lerem...

É um dos meus livros favoritos da Meg, é engraçado, romantico e quente. Fiquei muito feliz quando lançaram no Brasil. Eu já tinha lido em inglês, porque fiquei curiosa enquanto lia Os Diários da Princesa. Recomendo fortemente.
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

[Resenha] Série: Rainha da Fofoca da Meg Cabot

Nem preciso dizer que eu sou MEGA apaixonada pela Meg Cabot. Toda vez que eu passo numa livraria, é um verdadeiro teste de auto-controle não sair de lá com os braços carregados de livros dela.

Rainha da fofoca (Queen of Babble) é um dos meus livros favoritos dela. Conta a história de Lizzie Nichols, primeira e única da família a ter um diploma universitário, só que não é bem assim. No dia da festa de formatura, ela descobre que precisa fazer uma monografia se quiser ter o seu diploma em história da moda.

Além desse problemão, Lizzie também tem que lidar com a sua lingua enorme. Ela simplesmente não consegue manter a boca fechada para salvar a própria vida. Ou o seu relacionamento com o gato inglês e namorado de longa distância Andrew.

Sério, é só ela abrir a boca que tudo sai aos borbotões. E pense nas confusões em que ela se mete por causa disso! Inclusive chorar no ombro de um completo estranho num trem indo pra França. Sim, ela pega emprestado o ombro de um total descohecido para chorar todas as suas frustrações, só pra descobrir que o tal estranho, não era estranho coisa nenhuma, era na verdade dono da propriedade pra onde ela estava indo. Poder do roteiro mode ON. Tão Lizzie!

E como as coisas não estavam dando muito certo com o namorado inglês, mesmo ela tendo se dado ao trabalho de ir para a casa dos pais dele e tudo o mais durante o verão, ela resolve ir para a França, para a casa de um amigo dos amigos, numa cena dramática só vista antes em romances de época.

Mas nem tudo na vida dela é confusão. Ela tem um talento único para restaurar roupas antigas, ou vintage, como ela prefere chamar, extremamente hábil em achar vestidos antigos em sótãos e só de botar o olho saber o preço e quem foi o estilista.

E enquanto está nesse chatèau na França, ela tenta terminar a sua monografia, e se manter fora de confusão, o que é meio impossível devido a sua tendencia a falar o que não deve. E tentando ficar de boca calada, ela acaba gostando do estranho do trem. Só que ele tem uma noiva, muito loira, muito magra e muito francesa.

E enquanto toda a trama se desenrola, há ainda os preparativos para um casamento no chatèau. Calma, é que o pai do bonitão do trem aluga a propriedade, que inclui vinhedos e adegas, para casamentos. E ai o vestido da noiva, que deus me perdoe, é uma cosia pavorosa, e ai sobra pra Lizzie consertar o estrago, graças a um comentário bem intencionado da francesa loira.

Não tem como não amar a Meg, tem? Muito diva, e sempre nos fazendo nos apaixonar por seus personagens. Eu fico que nem doida rindo dos pensamentos desenfreados da Lizzie, e acredite, se você acha que ela fala demais, deveria ver o que ela pensa...
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